Retomada as atividades normais.

Publicado: outubro 14, 2013 em Uncategorized
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Olá pessoal, gostaria de pedir desculpas a todos por ter deixado o blog abandonado durante este período.
Consegui a promoção que sempre sonhei em meu emprego e como nada de bom vem sem alguma coisa ruim, perdi dois familiares muito próximos meus. Uma morte realmente trágica.

O excesso de trabalho juntamente com a perca de entes tão queridos resultaram em uma tempestade em minha vida que nunca poderia ter previsto.
Hoje estou começando a me recuperar dessa tormenta e pretendo retomar a escrever sobre minhas experiencias e contos de terror.

Jeff – Banho de sangue

Publicado: maio 21, 2013 em Uncategorized

Thaisa voltava normalmente da universidade, como fazia todas as noites. Mas naquela sexta-feira alguma coisa estava diferente. A menina não sabia se era o frio ou a densa nevoeiro que tomava conta da cidade. Mesmo achando que alguma coisa estava esquisito, a garota não se importou, pois estava mergulhada em outros pensamentos.

Caminhava ouvindo música no seu celular com um volume bem alto. No player tocava “Dust in the Wind” da banda Kansas. Thaisa pensava em todos os problemas que lhe cercavam.
Na faculdade seu tempo para a entrega de um trabalho final estava quase terminando. Ela não tinha muita culpa, afinal sua pesquisa mesmo lhe exigindo muito empenho, estava saindo melhor do que o esperado. A universitária resolvera fazer uma análise de algumas CreepyPastas, gênero textual moderno, que tinha uma forte energia dentro da internet. Era um trabalho original e complexo. De qualquer modo era preciso se apressar, faltava muito para concluir sua tese.
Já na sua vida particular, havia brigado com o namorado, fazia uma semana que eles não se falavam. Desde que começaram a namorar jamais haviam ficado tanto tempo desentendidos. Ruan as vezes não era um cara muito legal, na última briga do casal o garoto acabara falando algumas bobagens. Não eram coisas sérias, mas a agressividade dele assustava um pouco Thaisa.

O som seguia rolando: “Dust in the wind, all they are is dust in the wind”, quando de repente a música parou e o único barulho que Thaisa passou a escutar era o do vento. Vento que parecia arranhar a noite. O som lembrava um mórbido apito.
Tirou o celular do bolso e descobriu qual era o problema, a bateria havia terminado. Foi só nesse instante que a garota percebeu o quão vazia e escura estava a rua.
Olhou para trás e distante viu alguns estudantes. Isso a deixou mais tranquila e assim conseguiu avançar seu caminho.
Andou alguns metros e dobrou uma esquina. Faltava pouco para chegar em casa, somente mais umas quatro quadras. Caminhou pelo canto da calçada, com os braços em volta do corpo para se defender do frio.
Um barulho sobrepôs o som do vento, barulho de latas de lixo sendo derrubadas. Thaisa quase deu um pulo, pois o som foi alto e repentino.
Com o coração disparado, a mulher olhou para trás.

Se tranquilizou ao descobrir que era apenas um vira-lata, que provavelmente estava procurando algo para comer.
Voltou a olhar para frente e acabou tomando outro susto, esse tão intenso quanto o anterior.
Na esquina logo a sua frente, a garota viu um homem muito estranho. Parecia uma estátua, pois estava totalmente imóvel. Devido a fraca luz da região o sujeito lembrava uma sombra. A moço conseguiu apenas distinguir a roupa do estranho. Ele usava o que parecia ser um casaco branco e na cabeça um capuz.
Thaisa passou a caminhar mais lentamente, teve a impressão de que o estranho estava lhe encarando.
Continuou seguindo e quanto mais se aproximava do homem, mais seus pensamentos ficavam macabros e sujos.

Havia tantas coisas ruins que poderiam lhe acontecer! E se o homem fosse um ladrão? Um estuprador? Em uma rua escura e vazia, qualquer garota ficaria assim ao ver um indivíduo parado na esquina como se lhe esperasse.
Os pensamentos se perderam quando enfim chegou o momento de passar pelo homem. Thaisa fez um pequeno desvio para o lado da rua e passou a poucos centímetros do desconhecido. Ele não se movimentou e a garota agradeceu à Deus por isso.
Depois de ter dado pelo menos uns vinte passos, ela teve aquela famosa sensação que muito já descreveram. A sensação de estar sendo seguida. Não quis olhar para trás, ficou com medo de que dessa vez não fosse um cachorro e sim aquele estranho cara que estava parado na esquina, lhe seguindo.
Resolveu tomar outra atitude. Passou a andar mais rápido e em cinco minutos avistou sua casa.

Sã e salva entrou em sua residência, deixou a mala em um lugar qualquer, checou as mensagens da secretaria eletrônica e foi até a cozinha.
Enquanto pegava a jarra de suco na geladeira, ouviu um longo uivo. O som lhe causou um calafrio. A lua cheia, o homem estranho, agora aquele som. Tudo era tão sinistro, parecia até um filme de terror.
Bebeu o suco e olhou a sua volta. Ficou feliz por estar dentro de sua casa.

Respirou fundo e resolveu que deveria tomar uma ducha antes de ir para a cama. E assim foi, tomou seu banho, que durou um bom tempo, pois a jovem estava exausta e no chuveiro acabou relaxando.
Quando saiu do banho, foi direto para o quarto. Nem acendeu as luzes. Caminhou as escuras para cama, precisava muito de uma boa noite de sono.
Mas antes de tentar adormecer, Thaisa teve uma surpresa. Já estava deitada, quando viu algo que paralisou totalmente seu corpo.
Em um dos cantos de seu quarto, logo ao lado do guarda-roupas, havia algo. Era um vulto, um homem.
A grande sombra estava parado na mesma posição que ela vira na rua, e novamente, mesmo não conseguindo ver seus olhos, a mulher entendeu, que estava sendo encarada.
Thaisa não conseguiu se mexer, nem gritar. O medo dominava seu corpo e então o pior aconteceu.

O homem se moveu e começou a andar em direção à garota. Chegou até os pés da cama e se inclinou para cima. Continuou a subir, indo em direção à vulnerável moça.
De quatro o intruso avançava, como um cachorro.

Lagrimas escorriam dos olhos da garota. Apenas gemidos baixos eram proferidos de sua boca, ela tentava implorar por sua vida, mas as palavras não se formavam, parecia que lhe faltava essa capacidade.
Thaisa era um presa e o desconhecido um caçador, que parecia estar faminto.

Mesmo estando cara a cara, o rosto do homem ainda continuava escuro, não se via nada. A moça apenas sentia a respiração do maníaco em sua cara, uma respiração pesada, ofegante.

jeff4O visitante noturno então chegou mais perto, quase lhe beijando e Thaisa nesse momento reconheceu o rosto do maldito. Para ela aquilo não fazia sentido, não podia ser real.
Aqueles olhos negros, o largo sorriso, a pele branca. Era ele, o mais macabro e assustador. Sim, ele, aquele que a tanto tempo a garota estava acostumada estudar e pesquisar.

O monstro riu e baixo sussurrou:

– Shhhhhhhhhhhh, vá dormir…

A facada no pescoço veio logo na sequência. Foi um verdadeiro banho de sangue.

No dia seguinte, quando o namorado de Thaisa entrou na casa, com o objetivo de fazer as pazes, encontrou sua amada mutilada na cama. Os lençóis brancos haviam se transformado em vermelhos. O cheiro de morte impregnava o quarto.
Ruan demorou para ligar a polícia, não acreditava nos seus olhos. No desespero pegou Thaisa em seus braços e observou os grande corte em seu corpo. Algo fora do normal havia atacado sua garota, algum tipo de animal, de monstro, muito forte.
No chão ele viu um bilhete. Pegou, e leu a seguinte mensagem que parecia ter sido escrita a sangue:

– Não se envolva, você pode ser o próximo!

O homem guardou a advertência no bolso. Decidiu que antes de falar com a polícia iria procurar uma forma de se vingar do maldito que acabara com a vida da mulher amada.
O tempo passou e as autoridades chegaram. Examinaram tudo e não deram muitas declarações. Coletaram o depoimento de Ruan e chegaram à conclusão de que não sabiam exatamente o que havia ocorrido.
O caso acabou sendo arquivado com a explicação de que um possível maníaco poderia estar escondido na cidade. Foram feitas buscas, mas de nada foi encontrado.

Mal sabiam os policiais, que a moça havia sido vítima de uma das maiores abominações dos últimos tempos, um homem-demônio, que era real e ao mesmo tempo uma lenda. Um monstro conhecido em toda a internet como Jeff, o Assassino.
Dois dias depois, enquanto pegava algumas de suas coisas na casa da falecida Thaisa, Ruan encontrou um pequeno manuscrito na mesa do computador, o título lhe chamou a atenção:

“Creepypastas! Uma nova maneira de se fazer terror!”

Inconscientemente pegou o documento e colocou debaixo do braço. Não tinha ideia de o quão perigoso era aquilo em que ele estava prestes a se envolver.

Fonte: Solo Proibido

My Lai é o nome da aldeia vietnamita onde, em 16 de março de 1968, centenas de pessoas, na maioria mulheres e crianças, foram executados por soldados do exército dos Estados Unidos, no maior carnificina de civis acontecido durante a Guerra do Vietnã.
Antes de serem mortas, algumas das vítimas foram estupradas e molestadas sexualmente, torturadas e espancadas. Alguns dos corpos também foram mutilados.

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Na véspera da operação, integrantes da Companhia Charlie, da 11ª Brigada de Infantaria, mandados à província por denúncias de que a área estaria servindo de abrigo para guerrilheiros da FNL (Frente Nacional de Libertação do Vietnã), foram informados pelo comando norte-americano que os habitantes de My Lai e das aldeias vizinhas saíam para o mercado da província as sete da manhã para compra de alimento e que, consequentemente, aqueles que ficassem na área seriam guerrilheiros vietcongs ou simpatizantes.
Como consequência, integrantes de um dos pelotões da companhia, comandados pelo tenente William Calley, rumaram para o lugar. Muitos soldados dessa unidade haviam sido mortos ou feridos em combates, nos dias anteriores.
Quando as tropas penetraram na localidade, o tenente Calley, lhes disse: "É o que vocês estavam esperando: uma missão de procurar e aniquilar". Calley diria mais tarde ter recebido ordens para "limpar My Lai", considerada um feudo dos combatentes da FNL. "As ordens eram para assassinar tudo o que se mexesse", diria mais tarde um dos militares americanos ao repórter Seymour Hersh, que daria a saber ao mundo o horror praticado pelo exército dos EUA naquela localidade.
Sob o comando de Calley, o pelotão não poupou ninguém. Em somente quatro horas, mataram os animais, queimaram as choupanas, violaram e mutilaram as mulheres, assassinaram homens e trucidaram as crianças. Para sobreviver, alguns habitantes tiveram que fingir-se de mortos, passando horas no meio dos cadáveres. No final da orgia de sangue, havia 504 cadáveres dos aldeões, em sua vasto maioria idosos, mulheres e crianças (cerca de 170), todos desarmados e assassinados a sangue frio. Ron Haeberle, fotógrafo militar que acompanhava o pelotão, encarregou-se de eternizar a carnificina.
No Ocidente, o incidente é divulgado como o carnificina de My Lai, e no Vietnã, como Son My, o nome do aldeia a que pertenciam as quatro aldeias, entre elas My Lai, que serviram de cenário para a orgia matinal de atrocidades, celebrada pelos homens da Companhia Charlie, dirigida pelo capitão Ernest Medina.
Cerca de vinte pessoas sobreviveram. As casas foram incendiadas, e as quatro aldeias reduzidas a cinzas. Quando acabou a guerra, em 1975, alguns voltaram para recomeçar a vida na terreno de seus ancestrais. Seis deles permanecem na sociedade, rebatizada pela República Socialista do Vietnã como Tinh Khe.
O carnificina só foi interrompido graças à iniciativa heróica do piloto de helicóptero, Hugh Thompson, Jr., que vendo do alto a carnificina, pousou o aparelho e ameaçou disparar com as metralhadoras de sua própria nave contra os soldados americanos.

O crime só veio a público um ano após, devido a denúncias saídas de dentro do exército, por soldados que testemunharam ou ouviram os detalhes do acontecimento – e um deles, Ronald Ridenhour, escreveu a diversos integrantes do governo americano, inclusive ao Presidente Nixon – e chegaram a órgãos de imprensa e às televisões. Jornalistas independentes conseguiram fotos dos assassinatos e as estamparam na mídia mundial, ajudando a alongar o horror e os esforços dos pacifistas a pressionar o governo Nixon a se retirar do Vietnã.
Em março de 1970, 25 soldados foram indiciados pelo exército dos Estados Unidos por crime de guerra e ocultação de fatos e provas no acontecimento de My Lai. Comparado pela mídia aos genocídios de Oradour-sur-Glane e Lídice durante a Segunda Guerra Mundial, que causou a pena e execução de diversos oficiais nazistas, somente o tenente William Calley, comandante do pelotão responsável pelas mortes foi acusado e julgado.
sentenciado à prisão perpétua, Calley foi absolvido dois dias após da difusão da decisão pelo Presidente Richard Nixon, cumprindo uma penalidade alternativa de três anos e meio em prisão domiciliar na base militar de Fort Benning, na Geórgia.

Para quem tiver coragem de ver, tem muitas fotos dos mortos na página da Wiki:

Fonte: Wiki

Me pergunto o que leva alguem a perder a própria humanidade ao ponto de cometer atrocidades como esta, uma pessoa separada pode ser taxada de um manico, um maluco. Mas e um pelotão inteiro?
Acho que guardamos um demônio dentro de cada um de nós, ele só espera a oportunidade aparecer para saciar sua sede de sangue.

Jeniffer, uma paixão mórbida

Hoje o dia foi cheio, alguns atropelamentos, uns carbonizados e apenas duas mortes naturais. Depois de tanto tempo neste trabalho acabo vendo os corpos como se fossem animais, corto e abro corpos como se fosse um açougueiro, sinto que perco minha sanidade a cada dia. O cheiro não me incomoda mais. No inicio meu estomago se revirava tinha ânsia de vomito todos os dias.

De todos os dias de trabalho lembro de apenas um que cheguei realmente a vomitar as tripas. Uma mulher idosa, devia ter entre 60 a 70 anos, não me recordo. Ela morreu em sua banheira, morava sozinha e só foram descobrir seu corpo um mês depois. Ela estava deitada lá, com aquela agua viscosa marrom a seu redor. Larvas e vermes nadavam e se alimentavam da agua pútrida aonde o corpo da velha se desmanchava. Pela janela entrou todo o tipo de insetos para devorar a carcaça. A cada leve toque no corpo para examina-la a carne desgrudava dos ossos, sua pele deslizava e desgrudava do corpo com facilidade. O cheiro erra terrível, fez os profissionais mais experientes cambalearem. Eu simplesmente devolvi o que tinha comido. Foi o pior dia do meu trabalho.

Mas hoje, felizmente, foi um dia bom, uma das mortes naturais era a linda Jeniffer. Linda como um anjo aparentava ter uns 18 anos, seu corpo estava intacto, se não fosse a palidez poderia pensar que estava dormindo. Seu semblante me encantou, se ainda estivesse viva poderíamos ter um caso de amor. Não posso ver uma mulher bonita que começo a imaginar uma vida inteira com ela. Sempre sonhei em ter uma namorada, nunca consegui. Nunca tive paciência com as mulheres, talvez seja por isso que essa garota me encantou tanto. Uma mulher jovem, linda, coberta por um lençol banco e completamente nua. Se ao menos seu corpo ainda emanasse calor poderia percorrer seu lindo corco com meus dedos, sentir suas curvas e saliências, sentir como é estar com uma mulher. Mas então lembro que ela está morta, seu coração havia parado de bater graças a um ataque cardíaco. Esse corpo esculpido por Deus será enterrado e entrará em decomposição. Vermes não diferenciam moças bonitas e jovens das velhas e gordas.

Todos já se foram, quando dou por mim estava sozinho de pé em uma fria sala cheia de cadáveres. Vou até a porta e do corredor observo apenas o guarda sentado conversando com um morador próximo. Para minha sorte ele tem medo dos cadáveres, nunca entra no prédio a não ser quando é chamado.

Tranco a porta e começo a guardar todos os cadáveres. Pego a maca aonde a bela garota está e coloco bem ao centro da sala. Assim como uma criança abrindo um presente pego a ponda do lençol que a cobria e pucho vagarosamente, admirando cada centímetro que ele me revelava.

Ela é mais bela do que poderia imaginar. Tiro minha luva e coloco minha mão sobre sua barrida. Estava gelada, percorro seu corpo até seu seio. De todas as aberrações que aparecem aqui ela é um alivio para meus olhos. Poderíamos ter namorado, poderia ter acariciado seu lindo seio quando ainda estava quente, mas meu comportamento estranho e recluso ela nunca se aproximaria.

Estava apaixonado, sim apaixonado como sempre fico quando vejo uma garota tão bela. Normalmente sou rejeitado mas o que a Jeniffer poderia fazer?

Finalmente lembro novamente que ela está morta e fria, coloco novamente a luva e sento em uma cadeira perto dela. Não posso deixar enterra-la, seu corpo se perderá por entre a terra. Toda a beleza será desfeita por vermes e bactérias. Ela poderia ter sido a mãe dos meus filhos, devo carregar ela comigo, seu corpo deve continuar, devera permanecer quente e vivo dentro do meu corpo.

Pego uma faca, me aproximo. É quase uma profanação cortar um corpo tão lindo como este, mas de qualquer forma precisaríamos examinar seu coração. Faço um corte preciso no peito, quebro as costelas e corto o coração. Abro-o no meio e tiro um pedaço e costuro-o de volta. Costuro o corpo. Olho a atrocidade que eu fiz, arruinando o trabalho maravilhoso da natureza. Sinto como se eu tivesse a matado agora.

Guardo o corpo e pego o pedaço que cortei de seu coração. Com cuidado envolvo-o com filme plastico e guardo-o no bolço. Troco de roupa, passo pelo guarda como se nada estivesse acontecendo e vou para minha casa. Um apartamento tão pequena quanto uma caixa de fósforos. Um péssimo lugar para levar minha pequena Jeniffer, mas mesmo assim é melhor que a cozinha do prédio.

Pego o pedaço do coração e tempero com sal e vinagre, coloco alguns temperos e coloco na frigideira. O cheiro parece bom, sinto água na boca, estava faminto. Viro algumas vezes e sirvo em meu prato. Pego a faca e o garfo e paro por um minuto observo a carne fumegar. Seu coração será absorvido por minhas entranhas e assim ela sera parte de mim para sempre. O gosto é de carne de porco, um pouco mais forte e levemente adocicada.

Assim que acabo a refeição vou dormir, tenho o melhor sonho e mais vivido de toda a minha vida. Sonhei com uma vida toda ao lado dela, os namoricos, o noivado, casamento, a lua-de-mel em paris, uma pequena menininha que levara o nome da mãe e no final do sonho, ao topo de uma colina com o sol nos aquecendo ela coloca a mão no seu peito e tira seu coração. Estende em minha direção e eu o pego, colocando em meu próprio peito. Seu coração agora era o meu. Foi a melhor sensação que já tive.

Assim que acordo pela manha vou direto ao trabalho, como sempre estava atrasado. Chegando lá vou direto ao encontro de minha pequena Jeniffer, queria ver seu rosto ao menos uma ultima vez antes que fosse enterrada. Caminho até sua maca mas ela não estava lá, havia apenas uma mulher velha, nariguda com cabelos parecidos com palha seca. Ela tinha um rosto assustador, um dos olhos estava aberto e vejo claramente que é um olho de vidro, sua iris era vermelha e brilhava como se emitisse luz.

Vou ate meu colega e pergunto:

  • O que houve com o corpo de menina Jeniffer?
  • Menina? Acho que está precisando de um óculos, a menia que está se referindo é a idosa ali.

Fiquei confuso, explico como ela era quando a vi pela primeira vez mas não havia erro, essa idosa era realmente a Jeniffer. Confiro os números de registro e para tirar de vez a duvida, abri novamente o seu peito. Realmente o coração estava cortado e o pedaço que estava faltando era o mesmo que tinha me alimentado ontem a note.

Meu colega vem até meu lado e diz:

  • É o Diabo.
  • Como assim? – eu respondo.
  • Sim o Diabo, ela teve um enfarte durante um ritual de magia negra, é o que dizem.

Fico pálido e perco a força das pernas. Despenco, sinto meu coração apertar e conforme vou me revirando sinto ele sendo esmagado. Uma dor terrível toma conta do meu peito, me falta o ar e meus membros estão formigando. Eu sabia o que era isso, era um maldito infarte.

Meu coração aos poucos vai desistindo de bater. Meus colegar me carregam para fora da sala. Abro os olhos e vejo que estão me carregarem para fora da sala, olho uma ultima vez para a velha e ela está de pé ao lado da maca, olhando para mim com seu olho vermelho brilhando e com um sorriso na cara mostrando seus poucos dentes podres. Percebi tudo o que tinha feito e desejei morrer, e assim foi feito.

Após o atendimento pela ambulância e a confirmação da morte meus colegas voltaram ao prédio e o corpo da mulher chamada Jeniffer havia desaparecido.

Rezo para que essa velha não morra, pois se ela vier para cá, meu sofrimento será ainda pior.

Texto criado pelo autor do blog.
Qualquer reprodução deverá ter um link para este post.

Comecei este blog a pouco tempo, vejo que muitos aqui, já devem ter se deparado com alguns blogs do tipo Creep Pasta. Meu objetivo aqui tentar criar um formato diferente, estou pensando em algo mais real do que postar simples histórias de terror, afinal, nada é mais assustador do que o próprio mundo real.

Um dos motivos pelo qual criei este blog é pela minha proximidade com o mundo sobrenatural. Durante minha vida me deparei com vários acontecimentos inexplicáveis que me dão medo só de lembrar. Algumas destas histórias contarei a você aqui neste blog, irei postando conforme consigo tempo para isso.

Começarei contando algo que me aconteceu quando ainda era uma menina, com meus 10 a 11 anos. Meus avós sempre moraram no campo e quando eles faleceram deixaram a casa para meus pais.

Sempre que podíamos, nos finais de semana, reuníamos alguns parentes e íamos passar o final de semana na casa.

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O lugar durante o dia era maravilhoso, tínhamos um rio e uma pequena cachoeira no terreno. Tínhamos muitas arvores grandes ao redor da pequena casa de madeira que se encontrava bem no meio do terreno. Não era uma vegetação fechada mas haviam varias arvores dispersas ao redor da casa. O casebre era minusculo, com 2 quartos, uma sala, cozinha e banheiro.

Durante a noite o ambiente se tornava muito diferente, como ficava longe de tudo, uns 30min de carro ate o vizinho mais próximo, não havia nada alem da escuridão ao redor do terreno. Naquela noite em especial as coisas ficaram muito mais estranhas.

Logo depois de um dia todo brincando com meus primos na agua fomos direto a casa de madeira junto de meus pais e minha tia. Estávamos todos na sala jogando Banco Imobiliário quando o primeiro trovão se ouviu ao longe. Sem percebermos tudo havia ficado mais escuro do que normalmente.

Como vimos a proximidade de uma tempestade forte, fechamos toda a casa, e aguardamos na sala. Era comum faltar luz na casa e não achamos estranho quando as luzes se apagaram.

Eram 21:00 hrs e tudo estava completamente escuro lá fora, as nuvens negras cobriram todo o céu e só conseguíamos ver as luzes dos raios entre as arvores que rodeavam a casa. As luzes das velas davam um ar fúnebre a aquela noite assustadora. Todos estavam calados ouvindo os estrondos que nos cercavam. Ninguém ali queria demonstrar medo dos trovões mas o som cada vez mais alto deixava as coisas mais apavorantes.

Tudo ficou pior a medida que um barulho agudo começou a vir da floresta. Não demorou muito para percebermos que eram gritos. Sim, gritos de uma pessoa. Todos ficamos alertas, rapidamente corremos para a janela para ver de onde vinham os gritos. Ficava cada vez mais forte e mais próximo, pudemos distinguir um grito de mulher. Com a certeza deque alguém estava a gritar meu pai abriu a porte rapidamente e saiu com uma pequena lanterna a pilha. Olhava admirada meu pai com uma coragem invejável andando por meio das arvores em um breu quase absoluto.

A chuva ainda não caia, apenas o vento raivoso e os raios compunham o senário. Dependurados na pequena janela de madeira todos vigiávamos a luz da lanterna de meu pai andando entre as arvores. Ele gritava e perguntava se havia alguém ali mas só havia gritos cada vez mais altos.

Subitamente a luz da lanterna se apagou, o grito da mulher sessou e por um segundo o vento e qualquer outro barulho da floresta, ate mesmo os trovões, pararam. Prendemos a respiração e todos ficaram esperando atônitos para tentar ver ou ouvir o que poderia ter acontecido.

Para o espanto de todos um grito surgiu, mas não era feminino, era meu pai. Vimos a lanterna reaparecer e ele correr de volta a casa. Abriu a porta desesperadamente e a fechou trancando-a na mesma hora. Todos estávamos preocupados para saber o que tinha acontecido, ver meu pai tão corajoso com aquele rosto pálido e uma expressão de medo me fez sentir um calafrio subindo minhas costas ate minha nuca. O que ele encontrou la fora?

Fizemos dezenas de perguntas mas ele não respondeu, apenas se apressou em verificar se todas as janelas estavam fechadas e as portas trancadas. Rispidamente ele disse para fecharmos todas as cortinas e ficarmos todos juntos na sala.

Eu segurando o choro fiquei abraçada em minha mãe juntamente com todos sentados no chão ao redor da mesinha da sala.

Repentinamente os gritos recomeçaram e dessa vez parecia estar mais próximo, meu pai agitado antava para um lado e para outro com o celular na mão tentando fazer uma ligação inutilmente. Nada funcionava. Então rapidamente ele disse que teríamos que ir embora, disse para embarcarmos no carro e sairíamos dali o mais rápido possível.

Só a ideia de sair daquela casa me paralisava de medo, aqueles gritos, o vento o barulho dos galhos das arvores me apavoravam. Meu pai juntou todos nos e disse que quando abrisse a porte todos iriam correr para o carro.

Com a lanterna na mão e todos na frente da porta, meu pai se preparava para abri-la quando de repente o grito. Mais forte do que nunca, mas dessa vez ele vinha do lado de fora da porta. Todos nos demos um berro de susto. Quase ao mesmo tempo a pequena janela de madeira se abre empurrando a cortina e com o vendo apagando as velas de cima da mesa.

O que aconteceu a seguir não sei explicar muito bem. Tudo estava escuro e pude ver duas ou três cenas graças aos clarões dos raios.

Vi meu pai colocando a mão na janela para fecha-la, vi minha mãe com um isqueiro na mão para acender as velas e vi algo que gostaria de não ter visto, uma silhueta do que parecia ser uma pessoa do outro lado da janela olhando para dentro. Não consigo distinguir se era realmente uma mulher, mas não tinha cabelos e não parecia ter olhos, apenas buracos, nem boca e nem nariz. Meu pai ligou a lanterna em sua mão e minha mãe conseguiu acender as velas.

Em meio a choros e soluços todos nos nos abraçamos, meu pai se juntou só grupo e os gritos continuaram a nos perturbar.

Nunca fui muito religiosa mas naquela note eu orei com todos da família suplicando por minha vida.

Rezamos em vós alta a Ave Maria, repedimos algumas vezes e rezamos tão alto que aos poucos os gritos foram sumindo.

Ninguém dormiu aquela noite, ficamos inertes abraçados uns aos outros ate o dia começar a clarear. Assim que meu pai abrir a porte e verificou as redondezas corremos para o carro e fomos embora.

Meu pai nunca disse o que viu, acho que foi a mesma coisa que eu, ninguém comenta esse acontecimento aqui em casa. Graças a isso minha família voltou a ir a igreja, hoje em dia não sigo mas essa religião mas dês desse primeiro encontro com o sobrenatural sei que existe algo lá fora. O que é, eu não sei, mas não olharia pela janela novamente para descobrir…

Texto criado pelo autor do blog.
Qualquer reprodução deverá ter um link para este post.

Isso é uma história de terror, não tente fazer isso em casa!

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Qualquer semelhança com a lenda do Slender Man não é mera coincidência.

“O Jogo da Meia-Noite” é um antigo ritual pagão feito como punição para aqueles que desobedecem as regras da religião.

Normalmente o jogo era usado para assustar pessoas que desobedecessem os deuses, existem riscos reais de morte para aqueles que jogam “O Jogo da Meia-Noite”. Também tem riscos de danos mentais, você pode perder sua sanidade.
Não é recomendado jogar “O Jogo da Meia-Noite”.

Para aqueles que gostam de riscos ou que tem interesse em rituais obscuros e sinistros, estas são as instruções para jogar. Jogue por sua conta e risco.

INSTRUÇÕES:

É preciso que seja meia noite em ponto quando você começar a fazer o ritual, caso contrário, não irá funcionar. Os materias necessários são: uma vela, uma porta de madeira, um pedaço de papel, fósforos e sal, pelo menos uma gota de seu sangue. Se jogar com mais pessoas todas deverão ter os itens separadamente.

Passo 1: Escreva seu nome completo em um pedaço de papel e coloque uma gota de sangue. Deixe o sangue ser absorvido pelo papel.

Passo 2: Desligue todas as luzes da sua casa. Vá até sua porta e coloque o papel com seu nome na frente dela. Acenda a vela. Depois, coloque a vela sobre o papel.

Passo 3: Bata na porta 22 vezes (Deve ser meia noite quando você der a última batida), abra porta, apague a vela, e feche a porta novamente. Você acabou de permitir que o “Homem da Meia-Noite” entre na sua residencia.

Passo 4: Re-acenda a vela imediatamente.

É agora que o jogo começa. Você precisa andar pela casa completamente escura com a vela acesa em mãos. Seu objetivo é não encontrar o Homem da Meia-Noite até dar exatamente 3:33AM.

Se sua vela apagar, então o Homem da Meia Noite está perto de você. É preciso acender novamente a vela em no máximo 10 segundos. Se você não conseguir, terá que usar o sal para fazer um circulo ao seu redor.

Se não conseguir acender a vela e nem fazer o circulo de sal, o Homem da Meia Noite entrará em sua alma e atormentará você  até às 3:33AM.

Se você conseguir re-acender a vela, pode continuar.

Se conseguir fazer o círculo de sal, você terá que permanecer nele até às 3:33AM.

Você tem que continuar até as 3:33AM sem ser atacado pelo Homem da Meia-Noite ou ser preso pelo círculo de sal para vencer O Jogo da Meia-Noite. O Homem da Meia-Noite sairá da sua casa às 3:33 e você estará salvo.

Se você ficar escondido ou parado me um so lugar o Homem da Meia-Noite irá encontrar você. É preciso ficar se movendo durante o jogo.

Você saberá que ele está por perto pela queda brusca de temperatura, irá ouvir vozes bem baixas e verá um vulto negro cercando você.  Se começar a ver e sentir isso, corra, ele estará atras de você. Lembre-se não olhe para trás.

Não acenda nem uma luz da sua casa.

Não use uma lanterna durante o jogo.

Não use sangue de outra pessoa ou de animais.

Não use isqueiro para substituir uma vela.

Não provoque ele de maneira alguma, irá se arrepender se o fizer.

Se fizer algo errado ele não irá embora, ficara na sua casa esperando o momento oportuno para leva-lo com ele.

Boa sorte.

Fonte: http://www.creepypasta.wikia.com

christine-chubbuckChristine Chubbuck foi uma repórter de TV americana que se matou durante um programa de televisão. Na manhã de 15 de julho de 1974, Chubbuck deixou seus colegas de trabalho confusos, dizendo que ela teria que ler uma noticia urgente para iniciar seu programa, Suncoast Digest, algo que ela nunca tinha feito.

Durante os primeiros 8 minutos, Chubbuck abrangeu 3 notícias e, em seguida, a noticia de uma troca de tiros em um restaurante local.

O video do tiroteio estava com problemas tecnicos e não pode ser exibido, então Chubbuck encolheu os ombros e falou para a câmera: “Em consonância com a política, vou trazer o mais recente suicido no Canal 40, e ao vivo”. Ela pegou um revólver e atirou na parte de atrás da sua orelha direita.

Chubbuck caiu para a frente violentamente e o diretor técnico parou o programa.

Christine_Chubbuck_report1_oO operador de câmara Jean Reed pensou que era uma brincadeira até que percebeu o estado da apresentadora. A estação rapidamente recorreu para um anúncio de serviço público e, em seguida, um filme. Alguns telespectadores ligaram para a polícia, enquanto outros ligavam para a emissora.

Ela foi levada rapidamente para o Hospital Sarasota, onde permaneceu em estado grave. Mike Simmons, diretor, citado em The Dallas Morning NewsAfter do tiroteio, encontrou os documentos que Chubbuck estava lendo.

Os documentos continham um roteiro completo do que iria acontecer, incluindo não só uma fotografia, mas também um relato de uma terceira pessoa. Ela dizia que o script dava sua situação como “grave”.

Chubbuck foi levada para Sarasota Memorial Hospital, como seu roteiro tinha previsto. Lá, ela foi declarada morta 14 horas depois. Ao receber a notícia, um funcionário da TV divulgou a noticia para outras estações, utilizando o roteiro que Chubbuck havia escrito.

Fonte: Creepypasta Wiki